terça-feira, 19 de janeiro de 2010
A FORMAÇÃO UM ASPECTO A NÃO DESCURAR
ONTEM DESCOBRI UM BLOGUE SOBRE BENFICA. QUE BOM!
domingo, 17 de janeiro de 2010
QUE MUNDO É ESTE NO SÉCULO XXI ?
sábado, 16 de janeiro de 2010
EXPLIQUEM-ME POR FAVOR...
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
UM DIA HISTORICO PARA ESTE BLOGUE. UMA SATISFAÇÃO QUE PREENCHE O EGO. QUE MAL TEM ISSO?
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
SEMPRE O FAVORECIMENTO E O CAMPO Nº 2. POR FAVOR CHEGA.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
A DEMAGOGIA CHEGOU À ASSEMBLEIA DA REPUBLICA
domingo, 10 de janeiro de 2010
ASSIM É QUE É. É BONITO E DÁ PRAZER ACOMPANHAR UMA EQUIPA COM ESTA VONTADE DE VENCER
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
É TEMPO DE ANÁLISE E DE PREVISÕES
têm entregue ao grande capital os principais vectores económicos para exploração em causa própria.
Em Portugal, e isto para voltar à minha intervenção no Fórum Picoas, com a revolução de Abril criaram-se condições excelentes para resolvermos problemas que afectavam grande parte da população portuguesa, porque tivemos um poderoso Sector Publico, podemos dizer que as alavancas ou se quisermos os sectores estratégicos para o desenvolvimento de qualquer economia estiveram na posse do Estado.
O
Serviço Nacional de Saúde é provavelmente o expoente máximo das conquistas de Abril, as reformas, os contratos de trabalho, a Educação, a Cultura, a Actividade Desportiva, enfim ... o despertar para uma sociedade mais justa e mais dignificante para todos foram medidas que floresceram quando os Governos tinham fontes de receita provenientes de sectores fundamentais que produziam desenvolvimento e simultaneamente riqueza. Refiro-me à Banca, aos Seguros, ao Petróleo e aos Cimentos. São estas áreas pelo efeito que produzem na economia fundamentais para que exista um Estado Social (existe quem não goste desta expressão) em vez dum Estado Capitalista como o actual.
O Estado, refiro-me a Portugal, empobreceu com as Privatizações, enquanto o Grande Capital enriqueceu e o País tornou-se mais vulnerável e passou a ter mais dificuldade em gerir-se, o que provoca este alarido em torno do deficit orçamental e da divida pública, daí o facto de hoje sermos taxados em serviços que devia ser uma obrigação do Estado executá-los sem a cobrança de taxas.
Eu creio que as condições de vida adversas para os povos vão ainda atingir um patamar mais alto. Mas tenho a certeza que só a inversão destas politicas é que vai corrigir a degradação social em que o Mundo hoje vive.
As alavancas da produção e da riqueza devem estar nas mãos do Estado. Só um Sector Publico forte, capaz e rico, pode provocar desenvolvimento e riqueza.