quinta-feira, 7 de junho de 2012

SOFIA CARVALHO, capitã da equipa feminina do CLUBE FUTEBOL BENFICA, douturou-se em
BIOLOGIA MOLECULAR
 

 A Direcção do Clube Futebol Benfica felicita a sua atleta, esperando que outros sigam o exemplo da Sofia que provou que a prática desportiva não é de todo inconciliavel com a dedicação aos estudos. É uma honra para o nosso Clube ter nas suas fileiras atletas exemplares e dedicados como é o caso da SOFIA CARVALHO.
És também o nosso orgulho.
 Parabens!!!
 

domingo, 13 de maio de 2012

CLUBE FUTEBOL BENFICA = CONFIANÇA. FORÇA. BRAVURA



 Hoje, a equipa Sénior de Futebol, pode escrever mais uma página no longo e brilhante historial do CLUBE FUTEBOL BENFICA.

Pode acontecer, que já hoje, em MASSAMA, se consiga o feito de regressar à II Divisão Nacional. Ao acontecer esta proeza estou a falar de 60 anos para trás, 1952 foi o ultimo ano em que estivemos naquela Divisão.

CONFIANÇA, FORÇA, BRAVURA não vai faltar aos brilhantes atletas que hoje vão estar na defesa desse objectivo, que se foi alimentando à medida que a prova decorria e mercê obviamente do querer, da capacidade, da entrega, do acreditar e do valor que todo o plantel demonstrou.

Nós, Direcção, tinhamos como objectivo ficarmos nos primeiros 6 lugares, na primeira fase, garantindo assim a continuação na III Divisão, os atletas foram mais exigentes e quiseram ir mais longe e cá estamos hoje todos irmanados do mesmo espirito a 3 jornadas do fim desta competição a precisar apenas de uma vitória para que a realização seja atingida. Esperemos que hoje se consiga já esse desiderato para que libertos da pressão que estas situações sempre provocam tenhamos todos, sobretudo os jogadores, um final tranquilo e de festa.

FORÇA MALTA ! VOCÊS MERECEM ESTE MOMENTO !

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O PAIS ESTA A EMPOBRECER TODOS OS DIAS


 Ha 22 anos, pertencia eu à Comissão Sindical do Banco Totta & Açores. Por força dessa função fui ao Forum Picoas, onde decorria o debate sobre a Privatização daquele Banco, intervir defendendo a continuação da Nacionalização do Banco. Lembro-me que a Sala  estva completamente cheia. Quando subi ao pulpito para discursar, olhei em frente, sala completamente cheia, tremi. A minha experiência nestas coisas não era naturalmente a mesma de hoje, até porque sabia que a plateia era-me hostil. Sabia que os "abutres" sentados à minha frente estavam ali para comer a carne que lhes estava a ser ofertada em bandeja de ouro. Não obstante a minha tremura, enchi-me de coragem e comecei o discurso que tinha elaborado para aquele momento. Tinha solicitado ao meu camarada Fernando Gonçalves, economista, que me fornecesse os valores que o Banco tinha contribuido para o Orçamento Geral do Estado (OGE) e também os de toda a Banca Nacionalizada. A partir daqui desenvolvi a minha ideia, lembro-me (que pena que tenho ter perdido as folhas desse discurso) que referia-me com grande ênfase às questões de ordem social. As perdas dessas importantes verbas para o OGE que a  Privatização da Banca originaria e portanto traria no futuro forte desinvestimento na área social. Nada mais óbvio do que isto. Volvidos estes anos assistimos hoje, não há minha profecia, porque não sou profeta, mas a uma convicção inteligente e verdadeira. Perderam direitos os trabalhadores e vão continuar a perder porque os Governos têm assassinado o sector publico, o que dá lucro, e entregue de mão beijada aqueles e outros "abutres" que têm comido tudo em detrimento de uma justiça social que éxigivel numa sociedade democratica e verdadeira. O Pais Empobrece todos os dias porque todos os dias se delapida o Património Nacional, todos os dias se Privatiza as Empresas que podiam ser o motor do desenvolvimento económico deste Pais e todos os dias se entrega ao capital mais dinheiro, mais condições e lucros.  É uma pouca vergonha, mas eles chamam a isto: REFORMAS! Canalhas que nem água merecem.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

QUEREM ELITIZAR O FUTEBOL


A extinção da III Divisão Nacional levou-me  a um estudo do qual resultaram estes números que nos permitem conhecer melhor a realidade.

 E começo por dizer o seguinte: A I Liga tem 418 jogadores inscritos, 184 são portugueses e 234 estrangeiros. Dos 184, 85 iniciaram-se no futebol amador, a que corresponde sensivelmente 43% do número de portugueses sendo portanto 57% originários do futebol profissional.

- 9 Dos treinadores que treinam a I Liga iniciaram a sua carreira no futebol amador.
- 46 Nacionalidades estão representadas no principal campeonato nacional.
- A UNIÃO DE LEIRIA é o clube com mais estrangeiros – 21
- O VITORIA DE SETUBAL é o clube com menos estrangeiros – 3
- UNIÃO DE LEIRIA e SPORTING são os clubes com mais nacionalidades – 10
- O VITORIA DE SETUBAL é o clube com mas portugueses – 21
- O PORTO é o clube com menos jogadores portugueses – 4
- O BRASIL é o Pais com maior representatividade - 121
- ANGOLA, AUSTRIA, EUA, NIGERIA, ITALIA, MEXICO, LIBIA, MARROCOS, BURQUINA FASO, MALI, MONTENEGRO, VENEZUELA, CROACIA, HAITI, GANA, COSTA MARFIM, SALVADOR CHINA, GUINE EQUATORIAL e SUECIA, têm apenas 1 representante.

- Nas 15 principais LIGAS EUROPEIAS actuam 107 jogadores portugueses. Só a DINAMARCA não tem portugueses. Mas se em Portugal actuam 234 estrangeiros, na ALEMANHA existem 252, na INGLATERRA 346, na ESPANHA 191, na FRANÇA 214, na ITALIA 275, na HOLANDA 198, na RUSSIA 199, na DINAMARCA 83, na ROMENIA 63, na UCRANIA 71, na POLONIA 142, na BEGICA 204, na SUIÇA 119, na GRECIA 189, na TURQUIA 194. Estes números revelam que  a globalização não tendo fronteiras permite esta invasão de estrangeiros em todos os paises e portanto quando aqui se discute o elevado número de estrangeiros que actuam em Portugal essa discussão cai pela base já que essa é uma situação análoga a todos os países.

Não posso deixar de apresentar os dados que obtive quanto às equipas B em Espanha, já que quando se contesta, em Portugal, a integração das equipas B na II Liga os defensores desta ideia logo proclamam que em Espanha elas existem. Muito embora se pudesse argumentar que a Espanha é uma realidade diferente da nossa, por vários factores, salientando-se o factor económico e a densidade populacional, pois enquanto ESPANHA tem 45,6 milhões de habitantes, nós ficamos pelos 10 milhões e logicamente essa comparação não tem razão para existir. Todavia, o modelo em ESPANHA, nada tem a ver com o que se quer implantar em Portugal, isto é, a colocação destas equipas na II LIGA.

Em ESPANHA existem 37 clubes com equipas B.

Clubes da I LIGA com equipas B SÃO 18, só o MALAGA e o GRANADA não têm equipa B.
Clubes da II LIGA com equipas B são 9, Clubes da II Divisão com equipas B, são 10
 Só 2 clubes da I LIGA têm equipa B na II LIGA, BARCELONA e VILLAREAL.  
Resumindo: 2 clubes disputam a II LIGA, 15 disputam a II Divisão e 24 disputam a III Divisão, na  III Divisão 4 clubes têm equipas C, REAL MADRID, VILLAREAL, ATLETICO MADRID e SEVILHA.
Este é um estudo que os promotores de ideias tão brilhantes, quanto o acabar com a III DIVISÃO e lançar para a II LIGA as equipas B não fizeram. A minha análise está feita e tenho a certeza que o que querem fazer é deveras prejudicial para o futebol em Portugal. Quem conhece a realidade sabe que assim é.

Eu vou lutando!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

SATISFAÇÃO!

Que satisfação foi ver hoje (6.5.2012) o "Francisco Lazaro" com uma moldura humana extraordinária... Que satisfação foi ver um público galvanizado a apoiar a sua equipa... Que satisfaçao foi ver os bravos jogadores do FUTEBOL BENFICA jogarem com a miaior das dignidades e não sendo profissionais portaram-se como tal ... Bela partida de futebol, são jogos destes que trazem publico aos Estádios é pena que responsaveis do futebol não entendam nada do que é o futebol, por isso desprezam e vilipendiam o futebol amador, verdadeira cantera de jogadores, treinadores, arbitros e dirigentes. É aqui que tudo começa. A pirâmide tem uma base. Aos jogadores do meu clube, publicamente, deixo aqui uma palavra de grade amizade, respeito e grande consideração, são caracteres destes que constroem grandes coisas a partir do nada. Um clube histórico, do desporto português, como é o nosso, orgulha-se de ter nas suas fileiras estes briosos rapazes. Neste campeonato da indignação, os herois somos nós, os que constituem esta enorme e saudavel familia - CLUBE FUTEBOL BENFICA!

domingo, 6 de maio de 2012

ESTÁ A FUNCIONAR?

 Aconteceu aqui algo que não tenho, desde o post "A RUA" conseguido escrever outros artigos. Espero e por este meio, ver se está reparado o erro ocasional que não sei o que foi. Virus? Não sei, de tentativa em tentativachegeuei aqui. Vamos lá ver se est´tudo bem.

terça-feira, 17 de abril de 2012

A RUA

Interligar observações que se produzem numa circunstância qualquer, em conversa com um amigo, é interessante porque  por mais paradoxal que pareça há conteudos desprendidos de qualquer contexto que não seja apenas e só o circunstancial, que reflectem as teias que a vida nos apresenta.

Numa noite, com um amigo, dizia-lhe: Ainda não são oito horas (vinte horas) e já não se vê ninguém na rua. Diga-se que esta conversa se passava no período do Carnaval. O meu amigo respondeu-me, pois não, as pessoas têm medo de andar na rua, não se vê um policia, concluia ele. E eu não me fiquei, porque tenho uma visão mais avançada dos acontecimentos e respondi-lhe: Não, não é isso que se passa, o facto é que as ruas agora são para os desprotegidos, porque os poderosos não precisam da rua para nada. Comemoram os acontecimentos e divertem-se em condominios fechados. E este meu amigo concordou comigo. E eu ainda acrescentei assim: A esta hora quantas festas não estarão programadas para festejar o Carnaval em privado?

A rua deixou de ser um local de prazer e de alegria. Existe porque existe e porque é necessária para os poderosos se deslocarem se não também não existia. E eu conclui,  dizendo-lhe: adormeceram esta gente. Esta gente vive triste, sem chama, sem gosto. "É verdade" exclamou ele !!!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A PROPOSITO DA TAÇA DA LIGA


  Ora aqui está uma prova interessante destinada às equipas B. Sem restrições de idades e de nacionalidades poderiam alinhar as jovens promessas ao lado dos consagrados que os técnicos vislumbrassem terem futuro. Era só reestruturar a Competição com a realização de mais jogos e em cada jogo a exigência de pelo menos 5 jogadores portugueses com idades até 23 anos. Isto sim é defender o futebol português e os cofres dos clubes.
As integração das equipas B na II LIGA é uma falta de respeito pelos outros clubes e por outro lado em termos económicos irá ocasionar uma maior despesa às tesourarias dos clubes já por si bastante debilitadas, aliás, pasmo quando vejo alguns clubes tão empenhados na criação destas equipas quando se sabe que já não pagam os salários aos da ...1ª categoria quanto mais agora a esta.
Os planteis principais fixam-se entre os 23 – 25 jogadores. São convocados por jornada 18 jogadores, logo restam 5 a 8. Quer isto dizer que todos os jogadores do plantel estariam todas as semanas em actividade. Com imaginação podia a Liga tornar esta competição mais atrativa sem criar mais um aborto desportivo, criando desequilíbrios, que é o facto de algumas equipas puderem dispor, quiçá, de um maior número de jogadores para a competição mais importante que é o campeonato da I LIGA.
Claro, que esta ideia que aqui preconizo, teria que ser mais aperfeiçoada, pois é um facto que neste momento não conheço bem o Regulamento que será implantado para as equipas B. Não é justo, não é desportivo e por consequência não é correcto é estas equipas serem integradas num campeonato que deve ser dignificado e não ultrajado.
Dentro de todas as hipóteses a serem consideradas, no caso das promoções à I LIGA veja-se só esta: Os 6 primeiros lugares da classificação final da II LIGA eram ocupados por estas equipas e portanto os promovidos à LIGA “maior” seriam o 7º e o 8º classificados. Seria uma originalidade à portuguesa. Mas ainda pode acontecer outra coisa, que não deixa de ser fantástica, o campeão ser assiduamente um destes clubes.
Conclusão: Frontalmente contra a integração das equipas B na II LIGA. Ponha-se a imaginação à prova e deixe-se de proteger sempre os mesmos prejudicando os outros clubes que labutam no dia a dia, com dificuldades é certo, mas têm contribuído para que o principal campeonato português seja uma prova competitiva, quer se queira ou não

quarta-feira, 11 de abril de 2012

SÃO O NOSSO ORGULHO


Esta equipa indomável, a quem ESPOLIARAM o titulo na época passada, bem se pode dizer é o orgulho de todos nós. Carácter e dignidade não lhes faltam a todos estes jogadores, que constituem um bloco uno e indivisível, para além, obviamente, do valor de cada um dos seus elementos.
Com todos os percalços, com todos os escolhos, estes jogadores estão à altura do prestigio da camisola que envergam.
Grandes homens, grandes jogadores, que sabem interpretar a filosofia deste clube, que tantas alegrias têm proporcionado esta época à massa associativaara além, obviamente, do valor de cada um dos seus elementos.
Com todos os percalços, com todos os escolhos, estes jogadores estão à altura do prestigio da camisola que envergam. Grandes homens, grandes jogadores, que sabem interpretar a filosofia deste clube, que tantas alegrias têm proporcionado esta época à massa associativa.ara além, obviamente, do valor de cada um dos seus elementos.
Com todos os percalços, com todos os escolhos, estes jogadores estão à altura do prestigio da camisola que envergam. Grandes homens, grandes jogadores, que sabem interpretar a filosofia deste clube, que tantas alegrias têm proporcionado esta época à massa associativa.



De todo o lado chegam-nos mensagens de satisfação pela classificação da equipa. É por assim dizer uma satisfação que ultrapassa fronteiras, chegando aos mais diversos cantos do Mundo.
  De New York ao Doha no Katar, passando por Waterloo na Bélgica, Bona na Alemanha, Mainz – Germany, London e Nice –France, Dublin,  há alguém que se regozija com o excelente comportamento da nossa equipa, sinal que por todo o lado existe o sangue do Futebol Benfica a correr nas veias de portugueses que labutam por todo o lado.

Aconteça o que aconteça daqui para a frente estes homens cumpriram o objectivo que era ficar nos 6 primeiros lugares na 1ª fase do Campeonato. Cumprido esse desiderato, não enjeitamos uma possível promoção, sabendo desde já que existem condições técnicas e anímicas para o conseguir.



quarta-feira, 4 de abril de 2012

RECORDAR UM PASSADO DISTANTE MAS SEMPRE PRESENTE

O REGRESSO DE MOÇAMBIQUE ACONTECEU HÁ 44 ANOS. 23 DE MARÇO DE 1970!
  Ter que recuar no tempo e concentrar-me em acontecimentos vividos há 42/44 anos  constitui efectivamente uma situação de grande sufoco emocional. Recordar escrevendo não é a mesma coisa que se essa recordação fosse vivida em grupo, ou seja, cada um de nós contasse as suas histórias, mesmo dramáticas que fossem, mas não se interioriza tanto como sucede neste momento comigo, que falo para o computador e este recebe tudo o que digo, sem retorquir ou contestar, é por assim dizer um diálogo surdo/mudo, doloroso, obviamente, porque não consigo abstrair-me das realidades vividas, algumas amargas e poucas de grande exaltação ou satisfação.
Á medida que vou carregando nas teclas o meu pensamento está a esvoaçar para outros acontecimentos e naturalmente assaltam-me à ideia “milhentas” coisas que naquele território todos nós vivemos. Vem-me ao pensamento nomes, acontecimentos, figuras e tudo isto se mistura com outras ideias, como sejam por exemplo, o que estarão os meus camaradas de armas que comigo estiveram naquele território neste momento a fazer? Como vivem? Serão felizes nas suas vidas privadas e familiares? Depois também me interrogo, mas porquê estes pensamentos se eu só conheci aqueles indivíduos na tropa? Não se trata de egoísmo, cinismo ou mistificação e encontro a resposta também de seguida, porque na minha cabeça fervilham ideias, interrogações e também muitas convicções, como sejam o facto de haver justificação em todos nós para que haja - e penso que este sentimento é apanágio de todos nós - fraternidade entre todos.  Conviver durante cerca de três anos, por vezes de forma dramática, trouxe a todos nós um espírito de convivência familiar que apertou de forma muito singular os laços de amizade, que hoje e a esta distância já longínqua ainda existe. Não é fácil esquecer aqueles que connosco conviveram e que já partiram, mesmo depois de terem regressado ao burgo; os outros os que ficaram por lá também continuam no pensamento de todos nós que tivemos a felicidade de regressar ao seio das nossas famílias. Mas a vida é assim mesmo e com estes traumas e dramas vamos todos que viver até ao fim das nossas vidas. O importante é que nunca, os que cá continuam, esqueçam aqueles que fizeram parte da nossa comunidade, daquela que foi a nossa família durante
largos meses. Houve sentimento, houve preocupação, houve fraternidade. Todos nós vivíamos momentos de grande tensão quando um pelotão regressava do mato e corríamos para a “parada” para saber notícias acerca do que tinha acontecido e ficávamos felizes quando nada de especial tinha sucedido, isto é, quando todos os nossos familiares (esta é a expressão ideal) continuavam a fazer parte daqueles 166 membros, o número daquela comunidade da CART 2326. Não é preciso ter uma sensibilidade muito apurada para perceber isto, basta que se perceba que estávamos numa guerra, que qualquer coisa de dramático em qualquer altura ou momento podia acontecer. Éramos todos jovens, tínhamos uma vida pela frente para ser vivida. Alguns percebiam que não tínhamos nada a ver com aquilo para que nos “empurraram”, outros, tinham um sentimento pátrio mais exacerbado por uma questão cultural, por uma questão de obscurantismo, mas era exactamente neste caldear de sentimentos ou de pensamentos que residia a nossa grande unidade em torno de uma questão central que era o regresso à Pátria com vida e com saúde. Esse era efectivamente o maior desejo, o grande desígnio de todos nós.