segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O FUTEBOL BENFICA GANHOU O TORNEIO AMIZADE ORGANIZADO PELO AGUIAS DA MUSGUEIRA

NUM TORNEIO QUE TEVE EM VISTA A PREPARAÇÃO DAS EQUIPAS O FUTEBOL BENFICA FOI UM JUSTO VENCEDOR
TROCANDO BEM A BOLA ENTRE TODOS OS SEUS INTERVENIENTES MOSTROU UM ESTADO DE FORMA BASTANTE ADIANTADO NESSE ASPECTO. NO CAPITULO DE REMATE O MESMO JÁ NÃO SE PODE DIZER, HÁ NECESSIDADE DE MAIS ATREVIMENTO PARA CONCRETIZAR EM GOLOS O CAUDAL OFENSIVO.
ONTEM VENCEMOS O U ALGES POR 2-0 E NA FINAL HOJE DISPUTADA COM O CLUBE ORGANIZADOR O RESULTADO FINAL FOI DECIDIDO POR PENALTIS, DEPOIS DE TER TERMINADO NO TEMPO REGULAMENTAR 1-1 JOGO BEM DISPUTADO E SEGUIDO COM INTERESSE POR UM NUMERO RAZOÁVEL DE PÚBLICO

domingo, 29 de agosto de 2010

PALAVRAS SOLTAS

O HOMEM CERTO NO LUGAR CERTO
RUI SANTOS A TREINADOR DA SELECÇÃO NACIONAL DE FUTEBOL
ORGANIZADOR, SABE DE TACTICAS, DE PSICOLOGIA, DE FINANÇAS. COMO É POSSÍVEL NINGUÉM SE TER LEMBRADO DESTE NOME. O HOMEM SABE TUDO E TEM IDEIAS BRILHANTES.
MELHOR AINDA: PODIA ACUMULAR COM A PRESIDÊNCIA DA FPF

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

UEFA Study Group

VALORIZAÇÃO TÉCNICA
JOÃO MARECOS, foi o técnico escolhido, de acordo com a opinião de todos os outros seus colegas para representar o CLUBE FUTEBOL BENFICA, na acção levada a efeito pela UEFA entre os dias 27 e 30 de Setembro em PARIS
JOÃO MARECOS É O 3º A CONTAR DA ESQUERDA. O CLUBE FUTEBOL BENFICA GANHARÁ COM ESTA EXPERIÊNCIA DO NOSSO TÉCNICO

CONVITE HONROSO

FUTEBOL FEMININO
UEFA Study Group
VAI DECORRER EM PARIS DE 27 A 30 DE SETEMBRO, INTEGRADO NO
PROGRAMA DE ESTUDOS DA UEFA
UMA ACÇÃO NO ÂMBITO DA COOPERAÇÃO TRANSNACIONAL UM PROGRAMA ENTRE FEDERAÇÕES VISANDO O INTERCÂMBIO DE CONHECIMENTOS, EXPERIÊNCIAS E PRÁTICAS ENTRE TREINADORES
DADO QUE ESTA ACÇÃO É DIRIGIDA AO FUTEBOL FEMININO É PORTANTO UM TREINADOR DA EQUIPA FEMININA QUE NOS REPRESENTARÁ.
NA PRÓXIMA SEMANA SERÁ DESIGNADO O NOSSO REPRESENTANTE DE ACORDO COM O DECIDIDO NA REUNIÃO HOJE EFECTUADA

TORNEIO DO AGUIAS DA MUSGUEIRA

A CONVITE DAQUELE CLUBE AMIGO VAMOS PARTICIPAR NESTE TORNEIO TENDO EM VISTA A PREPARAÇÃO PARA O CAMPEONATO QUE SE INICIA NO DIA 12 DE SETEMBRO
JOGOS
DIA 28/8
16 HORAS - A MUSGUEIRA - OPERARIO
18 HORAS - FUTEBOL BENFICA - U ALGES
DIA 29/8
APURAMENTO DO 3º E 4 º LUGAR
E
FINAL

O MEU CANDIDATO

FRANCISCO LOPES
O MEU CANDIDATO, PORQUÊ ?
Porque o conheço. Porque é honesto. Porque é inteligente. Porque é oriundo da área do trabalho. Porque representa uma voz necessária para o esclarecimento.
É uma voz incomoda? É sim senhor !!!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

UMA QUESTÃO AINDA NÃO DEVIDAMENTE ENTENDIDA POR ALGUNS

A COMPANHIA DE ARTILHARIA 2326 NAS MATAS DO NIASSA
(A MINHA COMPANHIA)
´Há aqui uns dias, antes de ir para férias, quando tomava a habitual bica diária, assistia, sem nela intervir, a uma discussão sobre a descolonização. Um dos individuos, rapaz aí para os 30/35 anos, com alguma intensidade ou se quisermos raiva, dizia que tinhamos abandonado as Provincias Ultramarinas. Este homem tinha vindo de Moçambique.
Podia efectivamente ter intervido porque as pessoas envolvidas na referida conversa fazem parte daquele ciclo que habitualmente ali se encontra diàriamente e no qual eu de certa forma me integro, não com assiduidade, mas acontece por vezes.
Para quem assistiu como eu, quando tinha 16 anos ao discurso de Salazar na televisão anunciar que iriamos defender o nosso território, na minha inocência e preparado como estava, achava muito bem. Eu próprio tinha orgulho quando chegasse à minha altura servir o País através das armas o que faria com todo o empenho não olhando a perigos. Estava em causa a soberania nacional. Este era o sentimento generalizado de um povo que sofria de uma máquina de propaganda bem oleada e que os menos preparados interiorizavam com todas as suas forças e energias. Poucos, muito poucos tinham a noção que a questão Ultramarina colocava muitos entraves ao desenvolvimento do País que propositadamente sofria de um analfabetismo delirante que o tornava amorfo e consequentemente tolerante face à situação de isolamento que viviamos em relação ao resto do Mundo.
Para quem viveu a guerra como eu, convivendo diariamente com 166 homens, uma massa humana bastante heterogénea, de diversos pontos do País, foi-me dando uma perspectiva diferente da sociedade e daquela guerra em que estavamos envolvidos, alterando os conceitos e preconceitos que residiam no meu pensamento e no enquadramento que eu fazia da situação. A tropa transmitiu-me uma ideia mais exacta do País em que vivia. Era notória a diferença de região para região. Era confrangedor ver rapazes da minha idade com a 4ª classe que não sabiam ler nem escrever, todavia, o que nos era "vendido" internamento é que eramos um País maravilhoso, reconhecidos internacionalmente como um País de gente humilde, civilizada, de bons costumes, enfim ...
Portugal para aderir à ONU, em 1955, teve que fazer uma alteração na Constituição de 1933, em 1951, designando o território colonial que se ncontrava sobre a administração portuguesa como provincias, equiparando Angola e as outras Colónias ao Algarve, Alentejo, Beiras e Minho.
As recomendações que vinham da ONU para que Portugal iniciasse o processo de autodeterminação não surtiam qualquer efeito, foi o período do "orgulhosamente sós" , que só viria terminar com a Revolução do 25 de Abril, que poria fim às guerras que em África decorriam, iniciando-se assim a descolonização.
Eu que estive numa dessas guerras, Moçambique, apercebi-me que era uma questão de tempo o fim das mesmas, mas de consequências imprevisiveis.
Manter aquelas guerras, um País pequeno, com cerca de 9 milhões de habitantes e permanentemente 1oo mil homens a combater, sobretudo em três frentes, era utopia, era um suicidio, a questão colonial. Só a caturrice de um sistema já caduco e ultrapadissimo não compreendia que era insustentável uma guerra que ceifava todos os dias vidas a gente jovem e que nos causava atrasos de ordem social e económica relativamente aos outros países da Europa.
A Nação, as famílias, jã não aceitavam estas guerras que destruiam familias e causavam miséria. Lembro-me ainda em Moçambique, em 1969, ter lido na Revista Militar da Academia, que havia apenas uma inscrição para aquele ano lectivo. Quer isto dizer que a Formação de Oficiais do Quadro estava em decadência absoluta. As Companhias de Artilharia e de Cavalaria, já eram comandadas por Oficiais Milicianos, que após terem feito uma Comissão como Alferes, com vida já estabilizada, nalguns casos até com filhos, eram novamente chamados e com Cursos "mata-cavalos" obtinham a graduação de Capitão e vai, vai para a frente de uma Companhia combater... Ora isto, era impossível continuar.
Passados trinta e seis anos sou obrigado a ouvir coisas de gente que não pensa, ou melhor, não tem massa encefálica. É evidente que num processo destes houve situações que correram menos bem, mas porque a resolução passava, como os médicos costumam dizer para as doenças complicadas, a prevenção é fundamental, quando a doença está num estado adiantado a cura torna-se mais dificil. Nem mais nem menos. Foi o que aconteceu.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

FERIAS SÃO FÉRIAS ...

É costume dizer-se que férias são férias.
Férias efectivamente servem sobretudo para repousar, mas isso não nos obriga a desligar do Mundo, das coisas, da vida, do que nos rodeia. É um período em que nos afastamos dos rituais habituais. Mas por vicio, devoção ou porque férias também pode ser aliar descanso a ideias, a pensamentos, a observar meios diferentes, procurar conhecer, enfim ... férias são períodos libertadores de determinados tipos de obrigaçõs, mas não obriga que haja um desligar completo de tudo e de todos.
A chegar ao fim o período em que me afastei dos rituais do dia a dia, posso dizer que desfrutei de belos dias de repouso, de calma, mas não perdi o sentido à vida e aquelas coisas que gosto de fazer no dia a dia, aquelas que nos descontriem e nos dão sentido, ou seja, podemos gozar óptimas ferias sem abdicar daquilo que fazemos com gosto e habitualmente. Pró ano, no bom sentido da palavra, há mais. Espero, obviamente, que assim seja.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

PALAVRAS SOLTAS (14)

Em tempo de férias, como é o meu caso, e folgado dos problemas diários quando em actividade, tive, pachorra, para ouvir hoje o "caracolinhos" como o costume designar sempre que me aparece na televisão, por descuido meu. Mas ontem foi mesmo opção. Quis saber qual a opinião sobre o caso Queiroz (tinha quase a certeza que ele não deixaria passar este momento para tecer os mais rasgados valores ao professor) e não é que não me enganei ... As alfinetadas eram de esperar. Pois é evidente, com tanto afecto que este senhor tem pelo Professor Queiroz, isto não era filme não era nada, se não tivesse que lhe designar um papel importante, tipo heroi, o homem bom da fita.
Actores:
QUEIROZ - o protagonista que é o moralista, os filmes têm sempre estas figuras;
O MADAIL, o AMÂNDIO, o PERALTA, o CERQUEIRA ALVES - os "bandidos"
(não inventei, estes nomes foram referidos pelo "Caracolinhos")
E são opinadores destes que vão deformando a opinião pública

domingo, 22 de agosto de 2010

BRINCADEIRA DE MENINOS

No meu tempo de menino e moço e quando nos zangavamos uns com os outros, era hábito, pelo menos na minha terra isso acontecia, ameaçarmos aquele com que de momento nos zangavamos, utilizando a expressão: quando passares à minha porta vais ver.
Volvidos quase 60 anos, lembrei-me destas diatribes próprias da idade, que não passavam diga-se em abono da verdade de um desabafo num momento de zanga ou de raiva por qualquer motivo e por inocência, enfim, normal, pois a idade também conta nestas coisas.
Vem isto a propósito destas brincadeiras, de meninos crescidos, que Passos Coelho desde que pensou ser Primeiro Ministro anda a entreter-nos como se o momento e os assuntos que vem trazendo para a agenda política não merecessem mais respeito de quem tem tanta pretensão. Depois de uma primeira ideia com mais um Conselho que se sobrepunha ao Conselho de Estado, com a Revisão da Constituição, etc etc etc e mesmo depois do acordo com o PS sobre o PEC, vem agora falar no 9 de Setembro como data limite para impor condições no OGE.
Toda a gente sabe que estas ameaças não passam de uma brincadeira de garotos. O OGE vai ser aprovado, um dia o Passos Coelho passa à rua do Sócrates, ou vice-versa, nada acontece, trocam uns piropos e o Orçamento sai dai aprovado.
Acho que fui feliz, ao comparar estas diatribes, com aquelas que vivi há 60 anos. Não conheço nada mais parecido. Esta brincadeira do OGE é mesmo de garotos.