quinta-feira, 7 de abril de 2011

A VERDADE DOS FACTOS


Recebi este escrito por email - de pessoa amiga -  e porque a verdade do que foi a minha geração está aqui bem explicita, não podia deixar de publicar esta versão de geração à rasca. 
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Para os que agora, andam na casa dos "trinta e tais"leiam isto devagar, porque isto era mesmo assim !
Geração à rasca foi a minha

Geração à rasca foi a minha. Foi uma Geração que viveu num país vazio de gente por causa da emigração e da guerra colonial, onde era proibido ser diferente, pensar que todos deveriam ter acesso à saúde, ao ensino e à segurança social.

Uma Geração de opiniões censuradas a lápis azul. De mulheres com poucos direitos, mas de homens cheios deles. De grávidas sem assistência e de crianças analfabetas. A mortalidade infantil era de 44,9%. Hoje é de 3,6%.

Que viveu numa terra em que o casamento era para toda a vida, o divórcio proibido, as uniões de facto eram pecado e filhos sem casar uma desonra.
Hoje, o conceito de família mudou. Há casados, recasados, em união de facto, casais homossexuais, monoparentais, sem filhos por opção, mães solteiras porque sim, pais biológicos, etc.

 A mulher era, perante a lei, inferior. A sociedade subjugava-a ao marido, o chefe de família, que tinha o direito de não autorizar a sua saída do país ou de ler-lhe a correspondência.

Os televisores LED, ou a 3 dimensões eram uns caixotes a preto e branco onde se colocava à frente do ecrã um filtro colorido, mas apenas se conseguia transformar os locutores em ET's desfocados.

Na rádio ouviam-se apenas 3 estações - a oficial Emissora Nacional, a católica Rádio Renascença e o inovador Rádio Clube Português. Não tínhamos então os Gato Fedorento, mas dava-nos imenso gozo ouvir Os Parodiantes de Lisboa, ou a Voz dos Ridículos.

As Raves da época eram as festas de garagem, onde de ouvia música de vinil e se fumava liamba das colónias. Nada de Bares ou Danceterias. As Docas eram para estivadores, e O Jamaica do Cais do Sodré para marujos.

A "Night" era para os boémios. Éramos a geração das tascas, das casas de fado e das boites de fama duvidosa. Discotecas eram lojas que vendiam discos, como a Valentim de Carvalho ou a Vadeca.

As Redes Sociais chamavam-se Aerogramas, cartas que a nossa juventude enviava lá da guerra aos pais, noivas, namoradas ou madrinhas de guerra.
Agora vivem na Internet, ora alimentando números de socialização no Facebook, ora cultivando batatas no Farmville. Os SMS e E-Mails cheios de k e vazios de assentos eram as nossas cartas e postais ou papelinhos contrabandeados nas aulas.

As viagens Low-Cost na nossa Geração eram feitas por via marítima. Quem não se lembra do Niassa, do Timor, do Quanza, do Índia entre outros, tenebrosos navios que, quando embarcávamos, só tínhamos uma certeza - a viagem de ida, quer fosse para Angola, Moçambique ou Guiné.

Ginásios? Só nas coletividades. Os SPAS chamavam-se Termas e só serviam doentes. Coca-Cola e Pepsi? Eram proibidas. Bebia-se laranjada, gasosa ou pirolito.

Na minha geração, dos jovens só se esperava que fossem para a tropa ou emigrassem.

Na minha Geração o país, tal como as fotografias, era a preto e branco.
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Hoje somos livres. Existem problemas? É verdade! Mas temos condições para inverter a situação actual, tão reclamada e bem, por muitos. Mas a minha geração não tinha nada. Nem  pelos mais elementares direitos se podia lutar, em Portugal,  quando o resto da Europa evoluia e criava melhores condições  de vida para os seus cidadãos.
O 25 de Abril trouxe-nos esperança. Mas cedo começou aquilo que alguns, eu próprio me incluo nesse pensamento, apelidou de contrarevolução, pois instalou-se no PODER uma casta de gente que nunca mais o largou. Já aqui escrevi, sobre o CIRCULO INFERNAL. O que é que isto quer dizer? Que têm sido sempre os mesmos a governar, com as mesmas ideias, as mesmas políticas e portanto, ora agora estão na Assembleia da Republica, outras vezes estão no Governo e ainda outras vezes estão no Conselho de Estado e quando circunstancialmente estão de fora aparecem como comentadores politicos. É este o País que temos, que foi ficando amorfo, que adormeceu e que esta geração que se diz à rasca tem ajudado a construir. 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

VERGONHA !!!

Depois de termos assistido, através de um telemóvel, a uma negociação para viabilização do Orçamento de Estado, discussão ou acordo realizado em casa de família, assistimos agora a discussões na Praça Pública sobre a reunião do Conselho de Estado.

Pois é, mas é esta gente que quer continuar a governar este País. Estes senhores julgam-se donos e senhores de Portugal. Dignidade ??? Não é com eles, tratam os assuntos da Nação como se este nosso Portugal fosse uma Quinta... deles.

O reflexo de tudo isto aí está, somos um País à deriva, sem rumo, sem perspectivas e que  agachasse com facilidade-

ACONTECIMENTOS QUE MARCAM A NOSSA HISTÓRIA


Em 1911 já o meu clube se abalançava a grandes realizações desportivas tal como o Diário de Noticias de 25 de Agosto de 1911 publicava estas noticias.


Diário de Noticias de 25 de Agosto de 1911– Coluna Vida Desportiva

Torneios do Foot-ball Bemfica
Em reunião de ontem a direcção dos torneios do Foot-ball Bemfica homologou os desafios realizados no passado domingo, em que marcaram dois pontos respectivamente o Foot-ball Bemfica, o Beato Sport Club e o Club Foot-ball Operário 5ºs  “teams”.
Para o próximo domingo foram marcados os seguintes desafios:
Em Bemfica, às 9,30: Foot-ball Bemfica contra União F. Lisboa; às 10,15, Beato Sport Club e Sport Foot-ball Palmense, 5ºs. “teams”às 3 horas Foot-ball Bemfica e União F. Lisboa, 3ºs. “teams”
No Lumiar – As 10 horas, Club Foot-ball Operário e Sport Grupo Sacavenense.
Na Junqueira – Sport Club Bohemia contra Portugal S Grupo, às 9 horas. Arbitrados respectivamente por Miguel Costa, Alfredo Franco, J Persónio, Alberto Teixeira e Amilcar Pinto

Cyclismo
Por parte dos grupos concorrentes  ao Ciclo de Bronze, oferecido pela direcção do Foot-ball Bemfica, continua a mesma sympathica rivalidade, trabalhando todos por enviar os melhores principiantes.
A inscrição é individual e gratuita, podendo por cada grupo concorrer indeterminado numero de concrrentes , sendo contados para a disputa do Ciclo de Bronze a classificação dos quatro primeiros classificados


Ju-Jutsu
Entre os amadores do “ju-jutsu” reina um grande e justificado entusiamo pelo próximo campeonato amador de luta japonesa promovido pelo Foot-ball Bemfica e o primeiro que entre nós se realiza e para a qual a commissão organizadora offerece magnificos medalhas aos primeiros classificados, além d’um artistico collar e medalha de campeão.
Ao Club cujos quatro concorrentes melhor classificação obtiverem , também será offerecido uma artistica recordação do campeonato.
As sessões realizar-se-hão no amplo salão do Club promotor e serão convenientemente espaçadas, realizando-se todas aos domingos.
A inscrição, que é individual custando 300 réis, continua aberta nas sedes do Portugal Sport Club, União Foot-ball Lisboa e Beato Sport Club e Foot-ball Bemfica.

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VIVÊNCIAS

Em LOULÉ, local de almoço das nossas equipas quando se deslocam ao Algarve e para aquelas bandas, o almoço habitualmente era no Restaurante Cavaco que fica mais ou menos no Centro da Cidade. Fomos jogar a Olhão com o Olhanense para o Campeonato Nacional de Juvenis. Eu, nesse dia (sábado) tinha feito a viagem para Porto Santo com a equipa de Seniores e a chegada a Porto Santo coincidia com o termo do jogo em Olhão. Assim que desembarquei do avião telefonei ao treinador, o Francisco Lourenço, perguntando-lhe o resultado do jogo. E o Chico, como normalmente lhe chamamos, eufórico, nem me dizia o resultado, estava tão emocionado com o que assistira antes do jogo, ou melhor após o almoço, mandou a rapaziada dar uma volta por Loulé e numa das principais ruas de Loulé dá como uma papelaria decorada, na montra, com galhardetes, livros da história do Clube e emblemas e ao mesmo tempo que todos ficaram admirados com aquela cena eis que se aproximou do grupo o dono da papelaria apresentando-se como um admirador do Futebol Benfica, o que naturalmente fez confusão a toda a gente, pois é evidente que todos pensaram que alguma coisa ligava aquele sujeito ao clube. Nada disso.

Claro que com tanta alegria do Chico, a contar-me este episódio, levei muito tempo até saber o resultado, pois esse tinha passado para segundo plano. Ganhámos, se não estou em erro por 2-0, mas o importante naquele dia foi de facto este encontro com aquele sujeito que mal se apercebeu que os atletas que passeavam naquela rua eram do Futebol Benfica tudo o resto ficou para trás. Talvez tivesse sido um bom incentivo para o jogo que se iria realizar mais para a tarde. Resta dizer que os nossos miúdos iam devidamente equipados com o fato de treino e daí a identificação ter sido fácil.

Bem, esta situação obrigou-me, de certa maneira, a ir ao Algarve, na época seguinte, com a nossa equipa de Juniores, agora a Faro, para jogar com o Farense para o Campeonato Nacional de Juniores e fomos como digo habitualmente almoçar ao Restaurante Cavaco e é claro fui cumprimentar o sujeito e saber do interesse dele sobre o Futebol Benfica.

Amavelmente o senhor explicou-me que tinha uma grande admiração pelo FOFO, pelo que lia nos jornais a respeito do hóquei em patins e do hóquei em campo e era no fundo destes clubes que ele gostava porque percebia que a actividade de clubes como o Futebol Benfica era o mais importante de tudo no desporto e os outros os chamados grandes já tinham publicidade a mais por isso acompanhou sempre de perto a actividade do Futebol Benfica, também ele sem saber bem porquê, mas tinha de facto um carinho muito especial por este clube sem que alguma vez tenha tido alguma ligação ao clube, até porque nunca viveu em Lisboa. Era portanto um fã especial que ali tinha encontrado. Fiquei contente obviamente tratava-se de mais uma demonstração de carinho.

terça-feira, 5 de abril de 2011

PORQUE SILENCIAM A ISLÂNDIA?


Aqui está um artigo, bem escrito, com objectividade, real e que nos ajuda a perceber o buraco em que estamos metidos. Não é de joelhos nem com falsas alternativas que são mais do mesmo que vamos sair deste BURACÃO.
Atentem no que está escrito e decidam pelas vossas cabeças. Chega de ouvir os vendedores de "banha da cobra" que proliferam pela comunicação social defendendo o indefensável até que um dia, que já não vem longe, também lhes toque à porta o desemprego e tudo o resto.
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REVOLUÇÃO POPULAR NA ISLANDIA


Estamos neste estado lamentável por causa da corrupção interna –
pública e privada com incidência no sector bancário – e pelos juros
usurários que a Banca Europeia nos cobra.
Sócrates foi dizer à Sra. Merkle – a chanceler do Euro – que já
tínhamos tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos
punha a pão e água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.
Por isso, acho que era altura de falar na Islândia, na forma como este
país deu a volta à bancarrota, e porque não interessa a certa gente
que se fale dele)
Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à
bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país
perdido no meio do mar, deu a volta à crise.
Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão
proteccionista do sector bancário, não interessa dar notícias de quem
lhes bateu o pé e não alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe
impôs para a ajudar.
Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento
excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os
outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os
mesmo motivos que tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.
A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que
durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas
“macaquices” bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no
ranking dos países com melhor nível de vida (numa altura em que
Portugal detinha o 40º lugar).
País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi
desde então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou
no Poder até levar o país à miséria.
Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos
conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a
usura deste organismo não teve comiseração, e a tal “ajuda” ir-se-ia
traduzir em empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e
daí para cima), que, feitas as contas por alto, se traduziam num
empenhamento das famílias islandesas por 30 anos, durante os quais
teriam de pagar uma média de 350 Euros/mês ao FMI. Parte desta ajuda
seria para “tapar” o buraco do principal Banco islandês.
Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos
despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito
simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos
pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores.
E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco,
deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos.
O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um
referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a
assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições
avaras do FMI.
Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a
realização de novas eleições.
Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística) de 2009, a
Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a
velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele
estado de penúria. Um partido renovado (Aliança Social Democrata)
ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda,
formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da
Assembleia). O partido do poder (PP) perdeu em toda a linha.
Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito
objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia
especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de
ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o
fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa islandesa) e
ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era
fundamental.
Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o
inevitável aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal
severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de
não “estragar” os serviços públicos tendo-se o cuidado de separar o
que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados
ao longo dos anos apenas para serem amamentados pelo Estado.
As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e
conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de
3,3% a pagar nos tais 30 anos. O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que
teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo
às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de
como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional. Um
exemplo perigoso demais.
Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do
neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do
actual capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu,
aliada a uma política interna onde os islandeses faziam sacrifícios,
mas sabiam porque os faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus
sacrifícios, sair da recessão já no 3º Trimestre de 2010.
O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a
sua caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se
para dias melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não
lhes mentiu, cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado,
e os islandeses hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos
banqueiros do seu país nem a cobrir as fraudes com que durante anos
acumularam fortunas monstruosas. Sabem também que deram uma lição à
máfia bancária europeia e mundial, pagando-lhes o juro justo pelo que
pediram, e não alinhando em especulações. Sabem ainda que o Governo
está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que é sector público
necessário à manutenção de uma assistência e segurança social básica,
não foi tocado.
Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.
Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos
países mais desenvolvidos do mundo.
O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus
cidadãos. Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.


Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre
país aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem
beira ao sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam
com o capital internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para
que as contas dos corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por
bem empregue o tempo que levei a escrever este artigo.

Por Francisco Gouveia,
Eng.º
gouveiafrancisco@hotmail.com

domingo, 3 de abril de 2011

ENCONTRO DE CAMPEÕES


NO RESTAURANTE DO CLUBE ENCONTRARAM-SE GERAÇÕES DE CAMPEÕES PARA FESTEJAR TITULOS E CONVIVEREM DE FORMA SAUDÁVEL E ALEGRE







Manuel Gonçalves e José Pinheiro foram lembrados. Já não estão entre nós, para eles vai a nossa saudade

sábado, 2 de abril de 2011

CHEGOU A ALTURA DE CADA UM DE NÓS TOMAR POSIÇÃO


ONDE É QUE ANDA ESTE HOMEM?
          É PRESIDENTE DE QUÊ?
                 PSD, PS E CDS VOTARAM NELE POR SER PORTUGUÊS, LEMBRAM-SE?
ELE QUE AFIRMOU QUE O PAÍS ESTAVA DE TANGA, FUGIU À PROCURA DE TACHO  

 
SOMOS UM PARCEIRO EUROPEU POUCO RESPEITADO
ÁLVARO  CUNHAL TINHA RAZÃO QUANDO DIZIA QUE PORTUGAL NUNCA SERIA UM PARCEIRO DA COMUNIDADE DE PLENO DIREITO

O PROJECTO EUROPEU  ESTÁ ARQUITECTADO DE FORMA A DEFENDER AS GRANDES ECONOMIAS E INTERESSES CAPITALISTAS, VEJA-SE COMO ACTUAM AS AGÊNCIAS DE RATING

ESTAMOS LIXADOS, É O TERMO EXACTO  



sexta-feira, 1 de abril de 2011

ULTIMO DIA DO MÊS - DIA DOS GALARDÕES

GALERIA DE CAMPEÕES


HOJE É DIA DE GALARDÕES. GALARDÕES QUE REPRESENTAM MÉRITO E DEDICAÇÃO.  TODOS AQUELES QUE PASSARAM POR ESTE CLUBE, SÓCIOS, ATLETAS E DIRIGENTES MERECEM ESTA SINGELA HOMENAGEM DE RECONHECIMENTO 



DIPLOMA DE UTILIDADE PUBLICA




MEDALHA DE MÉRITO ASSOCIATIVO DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES


MEDALHA M+ERITO MUNICIPAL - GRAU OURO


ESTE É O CLUBE QUE MUITOS SOUBERAM HONRAR E QUE TEMOS O DEVER DE CONTINUAR O SEU LONGO HISTORIAL

quinta-feira, 31 de março de 2011

ESTE CIRCULO INFERNAL A QUE NOS HABITUÁMOS

Basta juntar as peças do puzlle para percebermos o CIRCULO EM QUE VIVEMOS.
O Conselho de Estado reune hoje. Nada de anormal.
Há Conselheiros que o são por força das suas funções Institucionais que desempenham ou desempenharam. Nada de anormal.
Depois há os convidados pelo Presidente da República.
Todos estes senhores tiveram ou têm desempenhado funções no Poder Político deste País.
Alguns são fazedores de opinião política, desportiva e social.
Alguns já circularam pelo Governo e pela Assembleia da Republica. 

Estes senhores circulam pelo PODER, determinam, reunem, decidem. A crise instalou-se. Trocam-se galhardetes. Atiram pedras uns aos outros. O povo assiste,  endivida-se, passa por dificuldades, a situação socvial agita-se, o numero dos sem-abrigo aumenta, a  marginalidade cresce, o rumo não existe.

Foi tudo isto que nos trouxe esta circulação de nomes pelos lugares do PODER, a que chamo CIRCULO INFERNAL.
SEMPRE OS MESMOS !!!


  


quarta-feira, 30 de março de 2011

E FEZ-SE HISTÓRIA ...


GALERIA DE CAMPEÕES


A CAMINHO DO JAMOR

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MAIS UMA VIVÊNCIA

Em PORTO JUDEU (Açores), Jogo da Taça de Portugal. Primeira vez que o FUTEBOL BENFICA se deslocava aos Açores. O Jogo foi com Os Leões de Porto Judeu. Com boas instalações para a época e no lado contrário às cabines uma bancada, quase me atreve a chamar de imponente. Quando a equipa do FUTEBOL BENFICA  entra em campo fiquei admirado com o apoio que daquela bancada vinha. Foi bom para a equipa, sentimos todos muito esse apoio. Ouvir o grito de FOFO tão longe e o apoio incansável durante o jogo foi uma coisa importante para os jogadores e para a história do Clube. Tentei informar-me porquê tanta gente a puxar por nós tão longe e obtive a informação de que se tratava de operários duma firma da Venda Nova que estavam a trabalhar naquela Ilha (Terceira). Ganhámos o jogo, por 2-0, não podia haver prolongamento para podermos seguir nesse dia ainda para Lisboa, por força dos horários do avião. Sofremos muito até ao momento em que o Miguel fez o 2º golo e as dúvidas ficaram desfeitas. Terminou o jogo e foi tudo a correr era preciso despachar tudo muito depressa pois o avião esperava-nos, a nosso pedido solicitamos que houvesse um atraso na partida de meia hora, a SATA correspondeu ao nosso apelo e quando chegámos estavam todos os passageiros sentados nos seus lugares, os motores do avião a trabalhar e foi só arrancar.

Em Lisboa, esperava-nos uma manifestação de grande alegria, pois familiares e sócios estavam no Aeroporto, parecia que tínhamos ganho a Taça dos Campeões da Europa. Foi engraçado. Momentos que não esquecem a ninguém, certamente.

terça-feira, 29 de março de 2011

E CONTINUANDO A HISTÓRIA DO CLUBE ....


GALERIA DE CAMPEÕES

E A HISTÓRIA DESTE CLUBE, VIVA E EMPOLGANTE, GUARDARÁ SEMPRE A IMAGEM DESTES HOMENS QUE ENGRANDECERAM O CLUBE FUTEBOL BENFICA.

CAMPEÕES NACIONAIS E VENCEDORES DA TAÇA DE PORTUGAL
NA ÉPOCA DE 1978/79








EQUIPA DE INFANTIS DE HÓQUEI PATINS DE 1960

 


E A VIVÊNCIA DESTA VEZ FOI NO FUNCHAL

No FUNCHAL, estava a assistir, no Campo do Liceu, ao jogo 1º MAIO – FUTEBOL BENFICA e sou abordado por um jornalista que me conhecia destas andanças do futebol que me cumprimentou e ficámos a conversar um pouco até que surgiu um sujeito que eu não conhecia de lado nenhum e o meu acompanhante de momento, apresenta-me (não recordo o nome nem dum nem doutro) e ouço da boca dele os mais rasgados elogios ao FUTEBOL BENFICA. Dizia-me então, que tinha muito prazer em conhecer-me porque o FUTEBOL BENFICA era um grande Clube à escala nacional… perdão… mesmo a nível internacional. Evidentemente que a principio fiquei interiormente com a sensação que provavelmente o senhor estaria confundido ou quem sabe até se não estaria numa de gozo. Perguntei-lhe se vivia há muito tempo na Madeira para conhecer o FUTEBOL BENFICA daquela forma e a resposta rápida e concisa foi de que era Madeirense, nunca tinha vivido no Continente, embora conhecesse perfeitamente, mas lembrava-se dos êxitos do FUTEBOL BENFICA  a nível internacional, quer no hóquei em campo quer no hóquei em patins. Além disso estou ligado à RTP desde que ela existe como responsável máximo aqui na Madeira.
Claro que esta situação é agradável e deixou-me um tanto ou quanto orgulhoso. Foi digamos mais um momento de glória. Estes momentos também são definidores da grandeza do Clube e naturalmente não me deixam ficar insensível.